Pode ter barba e pode não ter. Eu prefiro com, mas é só questão de preferência mesmo. Fica bom dos dois jeitos. É doce. Vai ver de tanto comer doce. Mas se come tanto doce, por que é magro? De ruim? Que nada! Eu acho que é bom. Bom como o lábio doce depois da tragada do cravo. E o cravo a gente já sabe. Não pode brigar com a rosa. Senão ela fica despedaçada.
Suas rodas são duas. Uma bem atrás da outra. Quando dentro, sua. Torce a camisa e fica bem de frente pro meu olho não precisar procurar. Quando fora, o vento tá gelado e congela sua mão. Mas benzadeus menino teimoso! Põe uma luva nessa mão! Diz que perde a sensibilidade. Bobagem... ela é grande.
Eu que sou ruim da cabeça e doente do pé, acho graça da trilha sonora. Mas o seu pé não é doente não. Só fica pra fora da cama. Tadinho. Precisa se encolher pra participar da luta. Luta de todo mundo querendo a mesma coisa. Usando as armas todas pra ganhar o prêmio. O aconchego. E se ganhar, presta atenção na hora. Não vai esquecer que o mundo ainda não parou. Só por enquanto. Enquanto ele não acha o medalhão.
Um comentário:
hummm...
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